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12.º Festival Porta-Jazz

12.º Festival Porta-Jazz

3 Fevereiro 2022

No Rivoli/Porto, a partir de 4 de Fevereiro


O Festival Porta-Jazz começa na sexta feira (4) à noite com a apresentação do novo disco de Manuel Linhares, «Suspenso». Voz, poesia e composições de Linhares, para a produção do multi-instrumentista António Loureiro. Segue-se o concerto do Coreto Porta-Jazz, que irá tocar «A Tribo», um dos grandes discos do ano passado, um verdadeiro épico. Composições de João Pedro Brandão: a mestria, elegância e a modernidade da arte composicional de Duke Ellington, John Hollenbeck, Maria Schneider e Stravinsky e a crème de la crème dos improvisadores portugueses em 50’ de música.
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O festival prossegue no sábado (5) à tarde com os jovens Vera Morais e Hristo Goleminov, um duo de voz e saxofone, a que se segue o Ensemble Robalo/ Porta-Jazz, uma colaboração de músicos de Lisboa e Porto, que irão prosseguir a experiência de anos anteriores. Seguem-se Joana Raquel e Miguel Meirinhos que irão apresentar «Ninhos», num quarteto que contará ainda com Demian Cabaud e João Cardita. A tarde de sábado completa-se com o trio Puzzle 3, que irá tocar «D» de 2021. Um trio de piano clássico irreverente.
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Depois do jantar, a noite começa com o quinteto de Demian Cabaud com uma frente de dois saxofones e uma secção rítmica única. Composições do contrabaixista: «Outro Cielo», outro excelente disco de 2021, a que se segue o concerto multidisciplinar «Sombras da Imperfeição» de Hugo Raro, apresentado no Guimarães Jazz de 2020. Música e pintura em tempo real.
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O Porta-Jazz retoma no domingo (6) à tarde com a resultante da Residência AMR/Porta-Jazz, uma parceria da Porta Jazz com a associação de músicos suiça AMR. Segue-se o trio luso-galego-gaulês Wiz (José Pedro Coelho, Wilfried Wilde e Iago Fernández), um ecléctico ensemble de bateria, guitarra e saxofone, que editou o primeiro disco em 2021. O senhor que se segue dá pelo nome de Daniel Sousa, e é um jovem músico a viver em Copenhaga, a quem foi solicitada uma encomenda que irá apresentar no Rivoli, liderando um septeto atípico, de vozes, saxofone, secção rítmica e sintetizadores. Um dos contrabaixistas mais solicitados no norte, Miguel Ângelo, encerra a tarde com a apresentação da «Dança dos Desastrados», editado em 2021.
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O baterista austríaco Alfred Vogel é o líder da formação que abre a noite de domingo. Um quinteto de violino, piano, contrabaixo e duas baterias. E o 12.º Festival Porta-Jazz encerra com o grupo de António Loureiro, um sexteto com João Mortágua, Gil Silva, André Fernandes, José Carlos Barbosa e Diogo Alexandre.
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Encerra, ou talvez não, porque a noite continuará com a jam session, nesta terceira noite alimentada pelo Ensemble ESMAE. Catorze concertos, residências, jam sessions, estreias, intercâmbios, uma verdadeira festa do Jazz no Rivoli!