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by Jorge Gonçalves on 25 Janeiro 2012 01:15CES 2012 em Las Vegas . 2.ª parte

O mundo da imagem

Introdução

Aqui segue então a safa da minha visita ao CES 2’12, em Las Vegas. Na primeira parte debrucei-me sobre os sons que mais me impressionaram, com realce para a ubíqua presença da Wilson ao longo de todo o Show, principalmente do seu modelo Sasha. Desta vez vou começar a descrever as novidades e equipamentos em demonstração de vários fabricantes, mais ou menos pela ordem em que visitei os respectivos espaços, Como já disse atrás, seria sobre-humano que uma pessoa sozinha conseguisse visitar e falar sobre todo e qualquer equipamento e, além disso, não se ganharia muito com isso, já que muitos deles não têm qualquer presença entre nós (e, nos dias que correm, duvido muito que venham até cá nos tempos mais próximos). Por outro lado, fica desde já aqui o meu pedido de desculpas aos meus leitores por poder vir a faltar uma ou outra foto de equipamentos para ilustrar a reportagem – a razão tem a ver com o facto da máquina fotográfica que me acompanha já há alguns anos por todo o lado ter desenvolvido um mau contacto no cartão de memória o que fez com que tenha perdido quase todas as fotos que tinha tirado num dos dias. Consegui repetir algumas delas mas claro que isso me fez perder tempo e, como se isso não bastasse, as horas que tinha reservado no último dia para completar, dentro da medida do possível, o meu tour pelo Venetian, acabaram por ser em grande parte utilizadas em três encontros: Dan D’Agostino, Mark Levinson e a sala das Magico Q7. Feita a descrição das «condições de trabalho», aqui vai então o repositório dos trabalhos efectuados, na maioria dos casos com muito prazer.
A organização falou em algo como mais de 1130 mil visitantes para este ano e 171 000 metros quadrados de exposição, números que são bem impressionantes e fizeram com que fosse quase impossível circular através do LVCC e do Venetian no primeiro dia. Nos dias seguintes o movimento de visitantes acalmou, até que na 6.ª feira as salas estavam quase vazias. De qualquer modo, ficou bem patente que nos Estados Unidos temos hoje em dia um entusiasmo mais forte pelo áudio e vídeo do que aquilo que ocorre na Europa. Seria com uma boa parte desse entusiasmo chegasse até nós, no mínimo para animar um pouco mais todos aqueles que participam no mercado. Por mim continuo com esperança de que tal venha a ocorrer. Em termos de representantes de Portugal é que nossa «embaixada» estava mais fraca este ano: para além de mim próprio, apenas encontrei o Carlos Henrique e o Francisco Abadia, da Magnelusa, bem como o Filipe Carvalheiro, da Samsung, juntamente com um conjunto de representantes dos melhores clientes da marca. Muito menos que em outros anos, em que tínhamos quase um português em cada esquina. Agora os italianos é que estavam muito bem representados, incluindo no que se refere a fabricantes, e dos chineses é melhor nem falar, tantos por lá havia. O mundo está a mudar, muito, por todo o lado e bem depressa.

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